Zoom in: Jorge Silva Melo | Retratos
Associação 289
SOFIA AREAL: UM GABINETE ANTI-DOR (PT, 2016, 55’, M/12)
Sofia Areal, pintora, é um caso singularíssimo nas artes portuguesas. A sua pintura é expansiva, aberta, solar, vital, afirmativa (chamou mesmo “Sim!” à sua primeira antológica), ela não recua perante noções como “o belo” ou “a alegria”. “É uma promessa de felicidade?”, perguntei-lhe num dia de filmagens. “Ou é mesmo a felicidade.”, respondeu. Com SOFIA AREAL: um gabinete anti-dor que concluímos em 2016, filmámos a artista em várias ocasiões a partir de 2011, ao sabor de vários encontros e dos trabalhos que íamos fazendo. Não se trata de um documentário retrospectivo, mas sim um filme que está ao seu lado, a seguir o seu fazer, as suas dúvidas, certezas, conquistas. Aquilo que me interessou foi ver a Sofia Areal pensar pintando, pintar pensando. Pois nela, “o que em mim pensa está pintando”, é o seu ofício, o dessa mão que todos os dias faz a alegria.
ANTÓNIO SENA: A MÃO ESQUIVA (PT, 2009, 60’, M/12)
Sobre António Sena (nascido em 1941), que Jorge Silva Melo conheceu em 2003, por altura da exposição retrospetiva do pintor em Serralves, apresentada por João Fernandes como uma obra de pintura “que representa um estudo da cor, materiais e composição no contexto de uma relação entre o quadro e a escrita”. O retrato foi filmado entre 2003 e 2009, sem preocupações exaustivas e históricas. Conta com comentários de Maria Filomena Molder e João Pinharanda sobre as obras de Sena em diálogo com o realizador. Cinemateca portuguesa
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