Gertrud

Categoria
herético e libertário
Data
10-04-2019 15:00
Local
IPDJ - Faro
8000 - 408 Faro

Realização: Carl Th. Dreyer / Argumento: Carl Th. Dreyer, segundo a peça homónima de Hjalmar Söderberg / Fotografia: Henning Bendtsen / Montagem: Edith Schlüssel / Som: Knud Kristensen / Direcção Artística: Kai Rasch / Música: Jorgen Jersild, dirigida por Peter Willrmoes / Canções: Grethe Risbjerg Thomsen, Ish Grolle Nicht, de Robert Schumann, letra: Heinrich Heine / Figurinos: Berit Nykjaer / Assistentes: Solveig Ersgaard, Jens Ravn / Interpretação: Nina Pens Rode (Gertrud), Bendt Rothe (Gustav Kanning), Ebbe Rode (Gabriel Lidman), Baard Owe (Erland Jansson), Axel Strobye (Axel Nygren), Anna Malberg (Mãe de Kanning), Edouard Mielche (O “Rector Magnificus”), Vera Gebuhr (criada de Kanning), Karl Gustav Ahlefeldt, Lars Knutzon, William Knoblauch, Valso Holm, Ole Sarvig / Origem: Dinamarca / Ano: 1964 / Duração: 111 minutos / Classificação etária: M/12

Estreia Mundial: Paris, em 8 de Dezembro de 1964 / Estreia em Portugal: Estúdio 444, em 16 de Fevereiro de 1967 

Gertrud assume a “total solidão em nome do amor”. O último filme de Dreyer, em que o cinema (como essa mulher, Gertrud), de forma única e irrepetível parece paralisar, cristalizar, deixando no interior das suas imagens todo o movimento, a força e o fogo da palavra. Um filme tão absoluto que só apetece dizer: “este sim, é o mais belo filme de todos os tempos”. Cinemateca Portuguesa

 

 

 
 

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