Viridiana

Categoria
herético e libertário
Data
20-02-2019 15:00
Local
IPDJ - Faro
8000 - 408 Faro

ciclo de cinema em parceria com: Programa Juventude Cinema Escola/DGEstE DSRAl + CIAC/UAlg 

Apresentação do filme: Mirian Nogueira Tavares

Realização: Luis Buñuel / Argumento: Luis Buñuel e Julio Alejandro, baseado numa ideia de Luis Buñuel / Direcção de Fotografia: José Fernández Aguayo / Décors: Francisco Canet / Música: fragmentos do Requiem em Ré Menor K.626 de Mozart, do Messias de Haendel (Alleluia) e da 9ª Sinfonia de Beethoven, seleccionados por Gustavo Pittaluga / Som: A. Garcia Tijeras / Montagem: Pedro del Rey / Interpretação: Silvia Pinal (Viridiana), Francisco Rabal (Jorge), Fernando Rey (D. Jaime), Margarita Lozano (Ramona), Joaquín Roa (o cego), Teresa Rabal (Rita, a criança), José Calvo (D. Amalio), Victoria Zinny (Lucía, a amante de Jorge), Luis de Heredia (“El Poca”), José Manuel Martin (“El Cojo”), Juan Carcía Tienda (o leproso), Lola Gaos (Enedina), Rosita Yarsa (a madre superiora), Maruja Isbert (Coplera), etc. Origem: Espanha / México / Ano: 1961 / Duração: 90 minutos / Classificação etária: M/16

Estreia Mundial: Festival de Cannes, a 17 de Maio de 1961 / Estreia em Portugal: Cinema Passos Manuel, no Porto a 15 de Janeiro de 1976 (em Lisboa, no Cinema Apolo 70 a 1 de Outubro de 1976).

Buñuel estava há mais de vinte anos radicado no México, quando foi, com alguma pompa, convidado para voltar a filmar em Espanha. Quem se lembrou da brilhante ideia depressa se arrependeu. Buñuel foi ao mais fundo e mais provocatório do seu anticlericalismo e fez de VIRIDIANA uma ferocíssima sátira ao catolicismo e à sua presença na sociedade espanhola. Para grande embaraço do governo, o filme ganhou a Palma de Ouro em Cannes. O Diretor Geral da Cinematografia foi posto na rua, e Franco tentou proibir que a obra fosse estreada na Europa (em Espanha e Portugal claro que foi proibida). Buñuel voltou para o México sem que alguém lhe pedisse para ficar. Cinemateca Portuguesa

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