Azor - Nem Uma Palavra
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Categoria hospedeira: Programação
5 SETEMBRO | 21H45 | JARDIM DA ALAMEDA (FARO)
AZOR - NEM UMA PALAVRA
Andreas Fontana, CH/FR/AR, 2021, 100’, M/12
sinopse e trailer: aqui
notas críticas
A estupenda estreia de Andreas Fontana reinventa o thriller paranóico dos anos 70. Jorge Mourinha, Público ★★★★
O imenso verniz do privilégio. É esse que não quebra na primeira obra do suíço Andreas Fontana, um objeto tão surpreendente quanto intrigante, apetece dizer, votado a alguma indiferença num panorama feroz de estreias que tende a ofuscar as verdadeiras descobertas. Azor - Nem uma Palavra é uma descoberta, desde logo porque retrata o dito mundo do privilégio e da riqueza com uma tonalidade excecional. Mas é também uma descoberta porque nos deixa a sós com os gestos de cinema, a autoexplicação do que se vê e ouve, sem bengalas narrativas: apenas as personagens, o modo como se comportam, a roupa que vestem, os ambientes em que se movem, o que se pressente no seu entorno, as conversas e os silêncios.
Inês N. Lourenço, dn
leituras
“Azor”: o banqueiro vai nu. João Araúlo, À Pala de Walsh
entrevista ao realizador
Azor – Nem Uma Palavra: A Vida Secreta da Banca Suíça da Argentina em Ditadura, c7nema
antecedido por
NOITE PERPÉTUA, Pedro Peralta, PT/FR, 2020, 17’
Castuera, Espanha, Abril de 1939. Durante a noite dois Guardas Falangistas surgem à porta da casa onde Paz se encontra refugiada com a família. Solicitam a sua presença na esquadra. Paz compreende imediatamente a fatalidade desta visita nocturna. Ao ver-se injustamente condenada, sem possibilidade de fuga, pede para amamentar, por uma última vez, a sua filha recém nascida.

BILHETEIRA
sócios CCF (com as quotas em dia): entrada livre
estudantes: 3€
restante público: 4€/filme ou 10€/3 filmes